Suicídio é querer viver. —
Wilkeer Souza. (via
inquietissime)
O veneno do mundo é a língua do povo. — Alguém postou no facebook (via
errografico)
Sou um colecionador de sonhos, criador de ideias, um louco insaciável, um amante de aventuras, um incontentável, um tolo inteligente, esbanjando sorrisos ideais e perguntas. Não julgo as pessoas, eu apenas as compreendo, não me arrependo nunca de nada do que faço e sempre faço o que quero e tenho vontade. Não amo minha vida, mas amo viver. Tenho sonhos inatingidos para mentes pequenas, e isso é minha fonte de adrenalina, quem me conhece não me compreende, e quem me tem jamais me esquece, uso o passado para vivenciar o presente, e através de minhas vontades, projeto meu futuro, sou assim, sou eu, e só eu sei quem, posso não ser o que…. mas sei o porque… e dese jeito vivo minha vida apaixonantemente louca. —
Palavras jogadas ao vento. (via
confundi-da)
Cansei de chorar pelos olhos
ou dedos
agora eu choro pelo céu!
então já sabe…
se chover, sou eu. —
Paris, 1992. (via
confundi-da)
Gatinhaaa assanhada, você tá querendo o que?~~Marisol gata aqui. kk *-*
Quase não choro. Vou engolindo, guardando, dando gargalhadas que arrepiam a alma. Olho para meu reflexo bruxuleante no espelho e digo que sou forte, tenho que ser forte. E com a ideia de que algumas coisas não valem minha água salgada, eu vou mantendo o mar de mágoas que tenho no peito. Mas chega a hora que a maré sobe e as barreiras e barricadas que construí ao redor não detém o mar. E acabo por transbordar. E quando choro os choros adiados, o choro, por ter centenas de quilos o pesando, se torna o choro mais triste do mundo. E cada gota salgada que desce por meus olhos cortam minha pele como navalha. Eu desmorono quando choro. Eu não entendo. Não sou como as outras pessoas que choram e aliviou. Quando choro entro em um luto, fico com sequelas, nunca meus choros são apenas choros. —
Resabinar. (via
confundi-da)
Um dia me perguntarão: Como você consegue ser tão feliz?
Eu com um sorriso enorme no rosto disse: — Tristeza é uma coisa que não devemos mostrar. —
Felype A. (via
confundi-da)